domingo, 29 de junho de 2014

Políticas nacionais de educação e saúde: ações e resultados.

Para vocês saberem de onde vêm as diretrizes que estão aí em saúde e educação é bom conhecer mais sobre ONU e UNESCO. Nada acontece por acaso nem pela benevolência dos nossos governantes. É bom que se tenha uma leitura crítica e se observe os resultados.
Tá, estamos colocando mais crianças nas escolas para que terminem o Ensino Fundamental. E a qualidade desse ensino? Forçar a barra para que as crianças cumpram os 9 anos de escolaridade e continuem saindo semianalfabetas não me parece interessante para o país. Salas lotadas, crianças sem estrutura familiar que ajude na aprendizagem...
Não é só lotar salas de aula como depósitos torturantes de crianças e professores, é preciso dar condição de aprendizagem significativa; é preciso ainda, dar suporte a essas famílias além de dinheiro, mas formação básica e profissional para que logo saiam da linha de pobreza; dar meios de um planejamento familiar efetivo diminuindo a multiplicação da pobreza e reprodução da cultura do assistencialismo. É preciso, inclusive, ensinar a muitos pais a serem pais, pois eles não tiveram referência de famílias organizadas e estruturadas e sendo assim, seus filhos parecem batatas pelo quintal.
Que país é esse que estamos "DES construindo"?
Minha gente, o buraco é mais embaixo! Vamos abrir os olhos além do nosso pequeno espaço de trabalho ou monitor do lap top...

sábado, 8 de março de 2014

08=03-2014


domingo, 1 de dezembro de 2013

Nem sempre o que você faz como certo, é correto - Educação e responsabilidade social

Tenho me deparado com a seguinte situação:

Alguns alunos faltando ás aulas em demasia. Tanto eles quanto suas famílias totalmente alheios ao processo pedagógico e ao quanto é importante que se assista as aulas de forma participativa.
Que muitos pais e alunos não valorizem a escola, dá para entender, mas a equipe pedagógica não pode cair na armadilha do asistencialismo/paternalismo.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/96 é bem clara: são necessários 75% de frequência escolar para aprovação( e isso tem um porquê pedagógico).
Em lugar nenhum da legislação brasileira se fala em abono de faltas, porém isso é uma prática comum e ilegal na educação básica no ensino público.
Muita gente faz confusão e utiliza como fundamentação a Lei 1044/69, porém, esta também não trata de abono de faltas, mas de atendimento especial em casos de doença incapacitante.
Outro equívoco é dizer que a escola tem autonomia para apurar as faltas entendendo como aboná-las. Apurar e abonar, não têm nada de semelhante.
Tudo isso ocorre porque há uma cultura de que se pode abonar as faltas justificadas. As justificativas de faltas, sejam relatadas pelo responsável do aluno ou via um atestado médico, servem apenas para JUSTIFICAR, e dessa forma, não deixar que prejudiquem a avaliação comportamental do educando.
É preciso entender que cada aula que nossos alunos faltam prejudica o seu acompanhamento e desenvolvimento, sendo muitas vezes irreparável. Uma explicação perdida,uma participação numa atividade a qual ele ou ela ficou de fora, uma discussão sobre um tema relevante para todos... Uma oportunidade de aprendizado real.
Se passarmos a visão para uma dimensão mais ampliada, podemos ver que o prejuízo a cada falta é inestimável. Não há programa de governo que dê certo se a escola não ajudar.
É Bolsa Família, Educação na Idade certa... Qualquer programa será em vão se a escola não fizer o seu papel orientador dessas famílias e apurar sim as faltas como manda a Lei. Lei esta que já dá 25% dos dias letivos, ou seja, atualmente, 50 dias na educação básica para serem utilizados nesses imprevistos e necessidades.
Então a pergunta é: que futuro desejamos para os nossos alunos? Se dentro da escola já é difícil conquistar uma vida profissional e social a contento, quem dirá sem ela para a maioria dos jovens.
Não alimentem essa ilusão. Abonar faltas não ajuda o seu aluno. Além de ilegal, só o prejudica, pois imaginando que a escola não contará estes dias ele relaxa e deixa de aprender a ter responsabilidade, além dos outros prejuízos que já citei.
Puxem pelo alunado, façam com que as famílias se envolvam e responsabilizem-se pelos seus filhos, que entendam que a escola ainda é a melhor chance de mudarem seus destinos, de ajudarem suas comunidades e de construírem um país com menos desigualdades.

sábado, 23 de novembro de 2013

VAMOS COLOCAR AS COISAS NO LUGAR:
https://secure.avaaz.org/po/petition/Criacao_dos_Conselhos_Federal_e_Regional_de_Pedagogia/?say2Share

quinta-feira, 21 de novembro de 2013


O MÉTODO ESCOTEIRO A SERVIÇO DO ENSINO DE
ENGENHARIA: Uma Proposta Transdisciplinar

http://www.escoteiros.org.br/arquivos/trabalhos_academicos/o_metodo_escoteiro_a_servico_do_ensino_de_engenharia.
Contendo citaçãoes minhas do trabalho EDUCAÇÃO NÃO FORMAL TENDO COMO EXEMPLO DE MODELO PEDAGÓGICO O MÉTODO ESCOTEIRO
“UMA VEZ ESCOTEIRO, SEMPRE ESCOTEIRO”:
MARCAS DA EDUCAÇÃO ESCOTEIRA EM SERGIPE
(1958 – 2009)
http://ww3.unit.br/mestrados/educacao/wp-content/uploads/2013/04/DISSERTACAO_RICARDO-ROCHA-RABELO.pdf

RICARDO ROCHA RABELO

OUTRO TRABALHO TENDO A MINHA PUBLICAÇÃO NA BIBLIOGRAFIA: EDUCAÇÃO NÃO FORMAL TENDO COMO EXEMPLO DE MODELO PEDAGÓGICO O MÉTODO ESCOTEIRO.
A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO NÃO FORMAL, TENDO COMO BASE O
MÉTODO ESCOTEIRO, NO DESENVOLVIMENTO ESCOLAR DE JOVENS DE 11
A 15 ANOS INSERIDOS NO MOVIMENTO
Eduardo Moreira Prange1 ; Thais Cristina Cesa2 ; Rossano Linassi3

http://www.ifc-camboriu.edu.br/fice/2011/anais/arquivos/trab23.pdf

MAIS UM TRABALHO UTILIZANDO A MINHA PUBLICAÇÃO: EDUCAÇÃO NÃO FORMAL TENDO COMO EXEMPLO DE MODELO PEDAGÓGICO O MÉTODO ESCOTEIRO.